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Guiné-Bissau: CEDEAO qualifica golpe militar de «acto irresponsável»

Bissau – Actualização 13 Abril 12/ 10:15 – Através de um comunicado o presidente da comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), Desiré Cadré Ouedraogo, condenou vigorosamente a «incursão militar» em Bissau qualificando-a de um «acto irresponsável» que colabora na manutenção da Guiné-Bissau como um «Estado falhado».

No mesmo documento a CEDEAO exige o restabelecimento da ordem constitucional e o prosseguimento do processo eleitoral e adianta que os «autores deste golpe» devem ser confrontados com «as suas responsabilidades».

13 Abril 12/ 09:30 – Bissau acordou numa calma aparente, apenas os pequenos comércios de bairro iniciaram as suas actividades. Não há militares nas ruas. «A situação está relativamente calma mas ninguém sabe ao certo o que se está a passar», confirma um residente na capital guineense.

Durante a acção militar que durou pouco mais de 30 minutos foi detido o presidente interino Raimundo Pereira e o Chefe do Estado-Maior do Exercito, Augusto Mário Có, foi «desarmado» supostamente por ter recusado a participar no «golpe».

O paradeiro de Carlos Gomes Júnior é desconhecido. A sua residência, junto à embaixada de Angola, foi o principal alvo da acção militar tendo sofrido fortes danos materiais.

Condenado pela Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) que qualificou de tentativa de golpe de Estado, a acção dos militares foi também vigorosamente condenada pelos Estados membro da CPLP. Através do seu embaixador na ONU o Brasil solicitou uma reunião de emergência no Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a actual crise na Guiné-Bissau.

12 Abril 12 - Esta quinta-feira, 12 de Abril, por volta das 20:00 horas a capital guineense mergulhou novamente no caos depois de múltiplos disparos terem sido ouvidos provocando cenas de pânico nas principais artérias da cidade.

Poucos conseguem explicar o que está em curso neste momento em Bissau. Vários disparos de AK47 foram ouvidos. As rádios nacional e privadas suspenderam a emissões depois de militares aconselharem os seus funcionários a retirarem por «motivos de segurança».

Foram ouvidos também disparos perto da residência de Carlos Gomes júnior, junto à Assembleia Nacional e face à embaixada de Angola. «Esta zona está deserta, não se vêem militares e as pessoas têm medo de se aproximarem para confirmarem o ataque à casa de Cadogo» disse o correspondente da PNN em Bissau.

(em actualização)

(c) PNN Portuguese News Network

2012-04-13 11:13:35

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