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Situação político-militar

Comissão Técnica da CEDEAO na Guiné-Bissau

Bissau – A Comissão Técnica da Comunidade Económica para Desenvolvimento da África Ocidental (CEDEAO) iniciou, esta segunda-feira, 23 de Abril, uma reunião de trabalho com o Comando Militar guineense.

Com a finalidade de encontrar uma via de retorno à normalidade constitucional na Guiné-Bissau, O encontro acontece na sequência do golpe de Estado que, a 12 de Abril, derrubou o Executivo de Carlos Gomes Júnior, detido há mais de uma semana em Mansoa, juntamente com o Presidente Interino, Raimundo Pereira.

De acordo com o Comando Militar, no poder desde 12 de Abril, este encontro poderá culminar com a criação de um Governo de Transição, com a consequente nomeação de outros órgãos de soberania no país.

Por outro lado, o Estado Major-general das Forças Armadas informou, em comunicado, que foi criado um «Fórum de Concertação», que funciona todos os dias junto das instalações desta instituição militar guineense.

«Os partidos políticos com e sem assento parlamentar, a Sociedade Civil, os líderes religiosos e pessoas singulares são convidados para uma análise que possa conduzir o país a sair da crise», lê-se no comunicado a que a PNN teve acesso.

Neste sentido, o Estado Major-general das Forças Armadas voltou a determinar que não há marchas no país.

«Face ao anteriormente exposto, o Estado Major-general das
Forças Armadas reitera a sua firme posição de não permitir a realização das marchas ou manifestações de qualquer natureza», refere o documento.

O Estado Major-general das Forças Armadas justificou a iniciativa. Segundo ele, as marchas não são caminho para o restabelecimento da normalidade mas sim a forma de «incomodar e perturbar» a ordem fazendo ainda agravar mais tensão social.

«São repudiadas as marchas e quaisquer manifestações, em detrimento da conjugação de esforços na busca de solução prévia e viável para a crise despoletada pelos militares».

Sumba Nansil

(c) PNN Portuguese News Network

2012-04-23 17:04:15

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